{"id":31737,"date":"2026-06-11T08:12:59","date_gmt":"2026-06-11T11:12:59","guid":{"rendered":"https:\/\/diarioregionalrj.com.br\/?p=31737"},"modified":"2026-06-11T08:12:59","modified_gmt":"2026-06-11T11:12:59","slug":"centro-do-rio-de-simbolo-do-brasil-a-regiao-que-volta-a-atrair-moradores-e-investimentos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionalrj.com.br\/?p=31737","title":{"rendered":"Centro do Rio: de s\u00edmbolo do Brasil \u00e0 regi\u00e3o que volta a atrair moradores e investimentos"},"content":{"rendered":"<p><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/diariodorio.com\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/20220216_183233-scaled.jpg\" \/><\/p>\n<div>\n            <!-- image --><\/p>\n<div class=\"td-post-featured-image\">\n<figure><figcaption class=\"wp-caption-text\">Pa\u00e7o Imperial anoitecendo na Pra\u00e7a XV | Foto: Rafa Pereira &#8211; Di\u00e1rio do Rio<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>            <!-- content --><\/p>\n<p><strong>Quando o Rio Sonhava Ser Grande<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 imposs\u00edvel caminhar pelas ruas do Centro, da Gl\u00f3ria, da Pra\u00e7a XV ou do Arco do Teles sem recordar o tempo em que o Rio de Janeiro sonhava ocupar lugar entre as grandes capitais do mundo.<\/p>\n<p>No in\u00edcio do s\u00e9culo XX, a ent\u00e3o capital da Rep\u00fablica procurava se apresentar ao cen\u00e1rio internacional em p\u00e9 de igualdade com cidades como Paris, Londres, Viena e Buenos Aires. A cidade que sediou a Exposi\u00e7\u00e3o Nacional de 1908, recebeu chefes de Estado, empres\u00e1rios e intelectuais de diversas partes do mundo e concentrava o poder pol\u00edtico e econ\u00f4mico do pa\u00eds pretendia afirmar-se como a grande metr\u00f3pole do hemisf\u00e9rio sul.<\/p>\n<p>Inspirados pelas transforma\u00e7\u00f5es urbanas europeias, nossos governantes abriram avenidas monumentais, remodelaram pra\u00e7as, constru\u00edram jardins e ergueram edif\u00edcios destinados a transmitir uma mensagem de modernidade, prosperidade e confian\u00e7a no futuro.<\/p>\n<p>A Avenida Central, posteriormente rebatizada como Rio Branco, tornou-se o s\u00edmbolo m\u00e1ximo desse projeto. Ao longo dela surgiram o Teatro Municipal, a Biblioteca Nacional, o Museu Nacional de Belas Artes e tantos outros edif\u00edcios que at\u00e9 hoje impressionam pela escala e pela beleza.<\/p>\n<p>Havia influ\u00eancia francesa, sem d\u00favida. Mas o Rio n\u00e3o procurava apenas reproduzir Paris. Procurava criar uma capital moderna adaptada \u00e0 paisagem \u00fanica da Ba\u00eda de Guanabara, combinando monumentalidade arquitet\u00f4nica, natureza exuberante e ambi\u00e7\u00e3o nacional.<\/p>\n<p><strong>O Cora\u00e7\u00e3o do Brasil<\/strong><\/p>\n<p>Durante d\u00e9cadas, o Centro do Rio concentrou o poder pol\u00edtico, econ\u00f4mico, financeiro e cultural da Na\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ali funcionaram a capital do Imp\u00e9rio e da Rep\u00fablica. Instalaram-se minist\u00e9rios, o Senado Federal, grandes bancos, a Bolsa de Valores, jornais influentes, escrit\u00f3rios de empresas estrat\u00e9gicas e institui\u00e7\u00f5es respons\u00e1veis por conduzir os rumos do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m ali se encontram alguns dos mais importantes monumentos brasileiros: o Teatro Municipal, a Biblioteca Nacional, o Museu Nacional de Belas Artes, o Pa\u00e7o Imperial, o Mosteiro de S\u00e3o Bento, a Igreja da Candel\u00e1ria, o Centro Cultural Banco do Brasil, o Museu Hist\u00f3rico Nacional, a Academia Brasileira de Letras, o Museu do Amanh\u00e3 e dezenas de igrejas, pra\u00e7as e edif\u00edcios hist\u00f3ricos que contam a pr\u00f3pria trajet\u00f3ria do Brasil.<\/p>\n<p>Da Gl\u00f3ria ao Castelo, da Cinel\u00e2ndia \u00e0 Pra\u00e7a XV, da Avenida Beira-Mar ao Porto, formou-se um conjunto urbano singular, talvez o mais importante patrim\u00f4nio hist\u00f3rico, arquitet\u00f4nico e cultural do pa\u00eds.<\/p>\n<p>O Centro n\u00e3o era apenas o centro do Rio.<\/p>\n<p>Era, em muitos aspectos, o centro do Brasil.<\/p>\n<p><strong>D\u00e9cadas de Esvaziamento<\/strong><\/p>\n<p>Ao longo da segunda metade do s\u00e9culo XX, entretanto, uma s\u00e9rie de transforma\u00e7\u00f5es alterou profundamente essa realidade.<\/p>\n<p>A transfer\u00eancia da capital para Bras\u00edlia, a migra\u00e7\u00e3o gradual dos centros financeiros para S\u00e3o Paulo, a perda de moradores, a mudan\u00e7a de empresas para outras regi\u00f5es da cidade e a falta de investimentos consistentes provocaram um lento processo de esvaziamento.<\/p>\n<p>Por muitos anos, o Centro passou a ser visto apenas como um lugar de passagem.<\/p>\n<p>Pr\u00e9dios ficaram vazios. Im\u00f3veis hist\u00f3ricos perderam fun\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica. O movimento das ruas diminuiu fora do hor\u00e1rio comercial. Muitos passaram a enxergar a regi\u00e3o como uma lembran\u00e7a de um passado glorioso, mas distante.<\/p>\n<p>Seria injusto ignorar os problemas que ainda persistem.<\/p>\n<p>Quest\u00f5es relacionadas \u00e0 seguran\u00e7a p\u00fablica, \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o urbana, \u00e0 popula\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de rua, \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio hist\u00f3rico e \u00e0 burocracia continuam exigindo aten\u00e7\u00e3o dos governos e da sociedade.<\/p>\n<p>Mas seria igualmente injusto ignorar aquilo que come\u00e7a a acontecer diante dos nossos olhos.<\/p>\n<p><strong>Os Sinais de uma Nova Etapa<\/strong><\/p>\n<p>Pela primeira vez em muitas d\u00e9cadas, o Centro do Rio re\u00fane diversos fatores positivos atuando simultaneamente.<\/p>\n<p>O programa Reviver Centro trouxe incentivos para a transforma\u00e7\u00e3o de edif\u00edcios comerciais em residenciais, ajudando a devolver moradores a uma regi\u00e3o que perdeu popula\u00e7\u00e3o ao longo de d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>Entre as iniciativas mais inovadoras em curso est\u00e1 o ProAPAC Patrim\u00f4nio, talvez uma das pol\u00edticas urbanas mais inteligentes j\u00e1 criadas para o Centro Hist\u00f3rico nas \u00faltimas d\u00e9cadas. O programa atacou um problema que parecia insol\u00favel: o destino de im\u00f3veis hist\u00f3ricos abandonados, protegidos pela legisla\u00e7\u00e3o de preserva\u00e7\u00e3o, mas sem viabilidade econ\u00f4mica para seus propriet\u00e1rios. Em sua primeira fase operacional, a Prefeitura levou a leil\u00e3o 16 im\u00f3veis na Rua do Teatro, oferecendo n\u00e3o apenas os pr\u00e9dios, mas tamb\u00e9m subs\u00eddios p\u00fablicos destinados \u00e0 sua recupera\u00e7\u00e3o. O resultado foi imediato. O im\u00f3vel da Rua do Teatro n\u00ba 37, lan\u00e7ado por R$ 988 mil, foi disputado por tr\u00eas concorrentes e acabou arrematado pelo Real Gabinete Portugu\u00eas de Leitura por cerca de R$ 2 milh\u00f5es, mais que o dobro do valor inicial. Outro lote, formado por seis im\u00f3veis hist\u00f3ricos nos n\u00fameros 9, 11, 13, 15, 17 e 19 da mesma rua, foi vendido por R$ 2,18 milh\u00f5es e contar\u00e1 com mais de R$ 3,3 milh\u00f5es em subs\u00eddios para restaura\u00e7\u00e3o. Mais do que a venda de im\u00f3veis, o leil\u00e3o demonstrou algo fundamental: existe demanda, existe capital e existe interesse real na recupera\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio hist\u00f3rico do Centro quando o poder p\u00fablico cria instrumentos adequados para viabilizar esses investimentos. (Di\u00e1rio do Rio \u2013 Quem Ama o Rio L\u00ea)<\/p>\n<p>O Reviver Cultural passou a estimular a ocupa\u00e7\u00e3o de im\u00f3veis ociosos por atividades culturais, criativas e gastron\u00f4micas. Cerca  de 40 neg\u00f3cios novos de empreendedores culturais j\u00e1 est\u00e3o de portas abertas, Quase todos na regi\u00e3o da Pra\u00e7a XV.<\/p>\n<p>O Porto Maravilha consolidou-se como uma das regi\u00f5es mais din\u00e2micas do mercado imobili\u00e1rio carioca, atraindo investimentos, moradores e novos empreendimentos.<\/p>\n<p>Mais importante do que os programas p\u00fablicos \u00e9 a rea\u00e7\u00e3o do mercado, e os n\u00fameros mostram que essa rea\u00e7\u00e3o j\u00e1 deixou de ser apenas uma expectativa. Segundo dados publicados pelo pr\u00f3prio<strong> Di\u00e1rio do Rio<\/strong>, o Reviver Centro j\u00e1 havia chegado, em mar\u00e7o de 2026, a 66 im\u00f3veis autorizados e 7.414 apartamentos na Regi\u00e3o Central; em abril, novo balan\u00e7o apontava 71 licen\u00e7as, 7.664 unidades residenciais, 82 unidades n\u00e3o residenciais e 443 mil metros quadrados de \u00e1rea constru\u00edda licenciada desde 2021. S\u00f3 em 2025, foram 22 licen\u00e7as, 3.298 unidades e mais de 194 mil metros quadrados autorizados. Na pr\u00e1tica, esse movimento j\u00e1 aparece no ch\u00e3o da cidade: o antigo Shopping Vertical, na Rua Sete de Setembro, ser\u00e1 convertido em 182 studios e teve 100% das unidades vendidas no lan\u00e7amento; o pr\u00e9dio da antiga Renner, na Rua da Quitanda, dar\u00e1 lugar a um residencial da Canopus com 344 studios e VGV estimado em R$ 130 milh\u00f5es; no Buraco do Lume, o projeto da Novolar\/Patrimar prev\u00ea cerca de 700 quitinetes; e, a poucos metros dali, a Prefeitura avan\u00e7ou sobre o antigo terreno da Veplan, na Rua da Quitanda, \u00e1rea travada h\u00e1 d\u00e9cadas e com potencial para mais de 700 unidades ap\u00f3s desapropria\u00e7\u00e3o e futuro leil\u00e3o p\u00fablico.<\/p>\n<p>Ou seja, o mercado imobili\u00e1rio, que dificilmente aposta recursos em regi\u00f5es sem perspectiva \u2013 e que gosta de reclamar de resultados e das autoridades \u2013 voltou a olhar para o Centro.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o da Pra\u00e7a XV e seu entorno talvez sejam hoje o melhor exemplo desse movimento.<\/p>\n<p>Esses projetos n\u00e3o representam apenas novos pr\u00e9dios.<\/p>\n<p>Representam novos moradores, novos consumidores, novos servi\u00e7os, novos empregos e uma nova din\u00e2mica urbana.<\/p>\n<p><strong>A Aposta do Di\u00e1rio do Rio<\/strong><\/p>\n<p>Foi observando essa transforma\u00e7\u00e3o que o <strong>Di\u00e1rio do Rio<\/strong> tomou uma decis\u00e3o estrat\u00e9gica neste ano.<\/p>\n<p>Depois de anos acompanhando as mudan\u00e7as da cidade, escolhemos instalar nossa nova e moderna reda\u00e7\u00e3o em um sobrado do s\u00e9culo XVIII, com aproximadamente 400 metros quadrados, no Arco do Teles, um dos locais mais simb\u00f3licos da hist\u00f3ria carioca. Com est\u00fadio, centro cultural, espa\u00e7o de eventos e localiza\u00e7\u00e3o privilegiada em meio ao Distrito Criativo, chegamos animados a um Centro que volta a se mostrar pujante e em evolu\u00e7\u00e3o e ebuli\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Essa n\u00e3o foi uma escolha baseada apenas na beleza do patrim\u00f4nio hist\u00f3rico, quase \u00fanica no pa\u00eds.  <\/p>\n<p>Foi uma aposta no futuro.<\/p>\n<p>Poder\u00edamos ter escolhido outros endere\u00e7os. Poder\u00edamos ter seguido a l\u00f3gica que durante d\u00e9cadas empurrou empresas para longe do Centro. Fizemos o contr\u00e1rio.<\/p>\n<p>Decidimos permanecer.<\/p>\n<p>Decidimos investir.<\/p>\n<p>Decidimos acreditar.<\/p>\n<p>Porque quem acompanha diariamente a regi\u00e3o percebe algo que muitas vezes n\u00e3o aparece nas estat\u00edsticas: o Centro voltou a atrair interesse.<\/p>\n<p>Novos empreendimentos surgem. Im\u00f3veis hist\u00f3ricos s\u00e3o recuperados. Restaurantes e neg\u00f3cios se multiplicam. A presen\u00e7a de moradores cresce. Ruas que permaneceram esvaziadas por d\u00e9cadas voltam gradualmente a ganhar vida.<\/p>\n<p>Ainda h\u00e1 um longo caminho pela frente.<\/p>\n<p>Mas talvez a pergunta mais importante j\u00e1 n\u00e3o seja como o Centro chegou ao ponto em que chegou.<\/p>\n<p>Talvez a pergunta seja qu\u00e3o longe essa recupera\u00e7\u00e3o poder\u00e1 chegar.<\/p>\n<p><strong>Mais que um Bairro, uma Ideia de Futuro<\/strong><\/p>\n<p>O Centro do Rio n\u00e3o \u00e9 apenas um conjunto de im\u00f3veis.<\/p>\n<p>\u00c9 o lugar onde a hist\u00f3ria do Brasil \u2013 e de Portugal \u2013  foi escrita.<\/p>\n<p>\u00c9 onde nasceram institui\u00e7\u00f5es, empresas, jornais, movimentos pol\u00edticos, igrejas e monumentos que ajudaram a construir a identidade nacional.<\/p>\n<p>Durante muito tempo, falar sobre a recupera\u00e7\u00e3o do Centro foi um mero exerc\u00edcio de esperan\u00e7a.<\/p>\n<p>Hoje, pela primeira vez em muitos anos, come\u00e7a a ser uma quest\u00e3o de observa\u00e7\u00e3o. N\u00e3o h\u00e1 mais d\u00favida que o neg\u00f3cio engrenou e vai adiante.  <\/p>\n<p>Muitos desafios permanecem: os escrit\u00f3rios desocupados em condom\u00ednios s\u00e3o ainda um foco de problema. Os valores de IPTU e cotas condominiais escorchantes tamb\u00e9m (a escala 5\u00d72 vem a\u00ed pra aumentar mais ainda os condom\u00ednios). A mendic\u00e2ncia e a insuport\u00e1vel camelotagem ilegal que leva tantos neg\u00f3cios \u00e0 bancarrota tamb\u00e9m.  Mas os sinais de transforma\u00e7\u00e3o s\u00e3o hoje claros e inequ\u00edvocos.<\/p>\n<p>E talvez o mais importante deles seja que o Centro voltou a despertar algo que parecia adormecido havia d\u00e9cadas: a confian\u00e7a de que seu futuro pode ser t\u00e3o grandioso quanto seu passado.<\/p>\n<div data-ad-id=\"353515\" style=\"text-align:left; margin-top:px; margin-bottom:px; margin-left:px; margin-right:px;float:none;\" class=\"afw afw_custom  afw_ad afwadid-353515  \">\n<div class=\"grupowhats\" style=\"margin: 10px 0;\">Receba not\u00edcias no WhatsApp e e-mail<br \/>\n<br \/>\n<a href=\"https:\/\/chat.whatsapp.com\/JoXpzt37aFy2bFyFBrcRWY?s=sw&amp;p=a&amp;ilr=2\" target=\"blank\" class=\"tdm-inline-image-wrap\" rel=\"noopener\"><\/a><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/diariodorio.com\/centro-do-rio-de-simbolo-do-brasil-a-regiao-que-volta-a-atrair-moradores-e-investimentos\/\">D\u00edario Regional RJ <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pa\u00e7o Imperial anoitecendo na Pra\u00e7a XV | Foto: Rafa Pereira &#8211; Di\u00e1rio do Rio Quando o Rio Sonhava Ser Grande \u00c9 imposs\u00edvel caminhar pelas ruas do Centro, da Gl\u00f3ria, da Pra\u00e7a XV ou do Arco do Teles sem recordar o tempo em que o Rio de Janeiro sonhava ocupar lugar entre as grandes capitais do [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":31738,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-31737","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diarioregionalrj.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/31737","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diarioregionalrj.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diarioregionalrj.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diarioregionalrj.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diarioregionalrj.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=31737"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/diarioregionalrj.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/31737\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diarioregionalrj.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/31738"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diarioregionalrj.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=31737"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diarioregionalrj.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=31737"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diarioregionalrj.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=31737"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}