{"id":34917,"date":"2026-07-19T19:22:46","date_gmt":"2026-07-19T22:22:46","guid":{"rendered":"https:\/\/diarioregionalrj.com.br\/?p=34917"},"modified":"2026-07-19T19:22:46","modified_gmt":"2026-07-19T22:22:46","slug":"circulo-monarquico-do-rio-pede-que-dom-bertrand-reveja-veto-ao-casamento-de-dom-rafael","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarioregionalrj.com.br\/?p=34917","title":{"rendered":"C\u00edrculo Mon\u00e1rquico do Rio pede que Dom Bertrand reveja veto ao casamento de Dom Rafael"},"content":{"rendered":"<p><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/diariodorio.com\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Gemini_Generated_Image_w7v3itw7v3itw7v3-e1784483467439.jpg\" \/><\/p>\n<div>\n            <!-- image --><\/p>\n<div class=\"td-post-featured-image\">\n<figure><figcaption class=\"wp-caption-text\">Dom Rafael com a aristocrata italiana Margherita delle Piane<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>            <!-- content --><\/p>\n<p>O <strong>C\u00edrculo Mon\u00e1rquico do Rio de Janeiro<\/strong> entrou, neste domingo (19\/7), no debate sobre o futuro da linha sucess\u00f3ria da Fam\u00edlia Imperial Brasileira. Em v\u00eddeo publicado nas redes sociais, a entidade defende \u2013 mesmo declarando-se 100% fiel ao atual chefe da Casa Imperial \u2013 que Dom Bertrand de Orleans e Bragan\u00e7a reveja a decis\u00e3o de n\u00e3o autorizar o casamento de Dom Rafael de Orleans e Bragan\u00e7a com a aristocrata italiana Margherita delle Piane.<\/p>\n<p>Chefe da <strong>Casa Imperial do Brasil<\/strong>, <strong>Dom Bertrand<\/strong> comunicou sua posi\u00e7\u00e3o durante o 36\u00ba Encontro Mon\u00e1rquico Nacional, realizado no s\u00e1bado, 11 de julho, em S\u00e3o Paulo. De acordo com a carta apresentada no encontro, a realiza\u00e7\u00e3o do casamento sem o consentimento do chefe da Casa Imperial produziria, \u201c<em>ipso facto<\/em>\u201d, a perda dos direitos din\u00e1sticos de Dom Rafael.<\/p>\n<p>Considerado Pr\u00edncipe Imperial do Brasil pela linha sucess\u00f3ria do ramo de Vassouras, Dom Rafael \u00e9 sobrinho de Dom Bertrand e est\u00e1 noivo da aristocrata italiana <strong>Margherita delle Piane<\/strong> \u2013 ao contr\u00e1rio do que alguns meios de comunica\u00e7\u00e3o andaram vociferando, ela n\u00e3o \u00e9 \u201cuma pleb\u00e9ia\u201d. O casamento est\u00e1 previsto para novembro deste ano.<\/p>\n<p>No v\u00eddeo intitulado <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=SCLRbvnyy-8\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u201cCrise din\u00e1stica: Dom Bertrand rejeita o casamento do Pr\u00edncipe Imperial\u201d<\/a>, o C\u00edrculo Mon\u00e1rquico do Rio, que \u00e9 presidido pelo m\u00e9dico <strong>Bruno<\/strong> <strong>Hellmuth<\/strong>, classifica o epis\u00f3dio como a maior crise sucess\u00f3ria enfrentada pela Casa Imperial nos \u00faltimos 100 anos. A entidade argumenta que uma nova ren\u00fancia reduziria ainda mais o n\u00famero de integrantes aptos a transmitir os direitos din\u00e1sticos \u00e0s futuras gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Segundo o v\u00eddeo, a an\u00e1lise est\u00e1 fundamentada em um estudo elaborado pelo professor <strong>Andr\u00e9 Miranda<\/strong>, apresentado como diretor do C\u00edrculo Mon\u00e1rquico do Rio de Janeiro.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Origem aristocr\u00e1tica da noiva<\/h3>\n<p>Um dos principais argumentos apresentados \u00e9 o de que Margherita delle Piane n\u00e3o pertence a uma fam\u00edlia sem tradi\u00e7\u00e3o nobili\u00e1rquica. De acordo com o levantamento divulgado pela entidade, os delle Piane integram uma antiga fam\u00edlia do patriciado de <strong>G\u00eanova<\/strong>, com registros hist\u00f3ricos que remontariam ao s\u00e9culo XII.<\/p>\n<p>O v\u00eddeo tamb\u00e9m destaca a ascend\u00eancia materna da italiana. Sua m\u00e3e, <strong>Stefania d\u2019Afflitto<\/strong>, pertencia a uma fam\u00edlia aristocr\u00e1tica do sul da It\u00e1lia associada aos pr\u00edncipes de Scanno e ao patriciado de Amalfi. Reportagens publicadas na imprensa italiana igualmente apontam a origem aristocr\u00e1tica das fam\u00edlias delle Piane e d\u2019Afflitto.<\/p>\n<p>Outro elemento citado \u00e9 o casamento de <strong>Guy delle Piane<\/strong>, irm\u00e3o de Margherita, com a princesa <strong>Xenia de Cro\u00ff<\/strong>, integrante de uma tradicional casa principesca europeia e prima de Dom Rafael.<\/p>\n<p>Para o C\u00edrculo Mon\u00e1rquico, essas rela\u00e7\u00f5es demonstrariam que a fam\u00edlia da noiva possui reconhecimento e circula\u00e7\u00e3o nos ambientes da alta aristocracia europeia, ainda que n\u00e3o perten\u00e7a a uma casa real atualmente reinante ou anteriormente soberana.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Casamento entre iguais<\/h3>\n<p>A controv\u00e9rsia est\u00e1 relacionada ao princ\u00edpio da <em>Ebenb\u00fcrtigkeit<\/em>, express\u00e3o alem\u00e3 utilizada para designar a igualdade de nascimento entre os integrantes de um casamento din\u00e1stico.<\/p>\n<p>De acordo com essa tradi\u00e7\u00e3o, membros de casas soberanas deveriam se casar com pessoas de condi\u00e7\u00e3o equivalente. As uni\u00f5es que n\u00e3o respeitassem esse crit\u00e9rio poderiam ser consideradas morgan\u00e1ticas, impedindo que o c\u00f4njuge e os descendentes recebessem t\u00edtulos ou direitos sucess\u00f3rios.<\/p>\n<p>O C\u00edrculo Mon\u00e1rquico sustenta, entretanto, que esse modelo nunca teria sido aplicado \u00e0s casas reais portuguesa e brasileira com a mesma rigidez observada em determinadas dinastias germ\u00e2nicas.<\/p>\n<p>O v\u00eddeo recorda que a pr\u00f3pria <strong>Casa de Bragan\u00e7a<\/strong> surgiu a partir de <strong>Dom Afonso<\/strong>, filho fora do casamento de <strong>Dom Jo\u00e3o I de Portugal.<\/strong> S\u00e9culos depois, um descendente da fam\u00edlia ascenderia ao trono portugu\u00eas como <strong>Dom Jo\u00e3o IV<\/strong>, respons\u00e1vel pela restaura\u00e7\u00e3o da independ\u00eancia de Portugal em 1640.<\/p>\n<p>A entidade tamb\u00e9m menciona o casamento de <strong>Dom Pedro I<\/strong> com <strong>Dona Am\u00e9lia de Leuchtenberg<\/strong>, em 1829. Embora Dona Am\u00e9lia tivesse ascend\u00eancia ligada \u00e0 <strong>Casa da Baviera<\/strong>, seu pai, <strong>Eug\u00eanio de Beauharnais<\/strong>, havia recebido o t\u00edtulo de <strong>Duque de Leuchtenberg<\/strong> depois da ascens\u00e3o de <strong>Napole\u00e3o Bonaparte<\/strong>.<\/p>\n<p>O casamento foi oficialmente reconhecido e ratificado pelo Imp\u00e9rio do Brasil.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Constitui\u00e7\u00e3o de 1824 n\u00e3o exigia origem soberana<\/h3>\n<p>Outro argumento apresentado est\u00e1 relacionado \u00e0 <strong>Constitui\u00e7\u00e3o Imperial de 1824<\/strong>. O C\u00edrculo Mon\u00e1rquico observa que o texto constitucional n\u00e3o estabelecia expressamente que os integrantes da Fam\u00edlia Imperial deveriam se casar exclusivamente com membros de casas soberanas.<\/p>\n<p>A Constitui\u00e7\u00e3o determinava a ordem de sucess\u00e3o, reconhecia os t\u00edtulos dos integrantes da Fam\u00edlia Imperial e tratava das consequ\u00eancias financeiras para os pr\u00edncipes que se casassem e passassem a residir fora do Brasil.<\/p>\n<p>O artigo 120 estabelecia especificamente que o casamento da princesa herdeira presumitiva deveria ocorrer com a concord\u00e2ncia do imperador ou, na aus\u00eancia dele, com a aprova\u00e7\u00e3o da Assembleia Geral. O texto, por\u00e9m, n\u00e3o apresentava a igualdade de nascimento como requisito para a validade do casamento ou para a transmiss\u00e3o dos direitos din\u00e1sticos.<\/p>\n<p>A entidade reconhece que regras consuetudin\u00e1rias poderiam existir paralelamente \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o. Sustenta, contudo, que a aplica\u00e7\u00e3o mais r\u00edgida desse princ\u00edpio pela Casa Imperial Brasileira teria se consolidado somente depois da Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica.<\/p>\n<p>O principal precedente \u00e9 a ren\u00fancia de <strong>Dom Pedro de Alc\u00e2ntara de Orleans e Bragan\u00e7a,<\/strong> em 1908, antes de seu casamento com a <strong>condessa Elisabeth Dobrzensky de Dobrzenicz<\/strong>. A ren\u00fancia abriu caminho para que os direitos din\u00e1sticos fossem transmitidos ao irm\u00e3o, <strong>Dom Luiz de Orleans e Bragan\u00e7a<\/strong>, dando a chefia da Casa Imperial \u00e0 atual ramo de Vassouras.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Tradi\u00e7\u00e3o pode ser flexibilizada, diz entidade<\/h3>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o do C\u00edrculo Mon\u00e1rquico, o mesmo chefe da Casa Imperial que possui autoridade para preservar as normas din\u00e1sticas tamb\u00e9m poderia interpret\u00e1-las ou flexibiliz\u00e1-las diante de circunst\u00e2ncias excepcionais.<\/p>\n<p>O v\u00eddeo cita como exemplo <strong>Dom Duarte Pio<\/strong>, chefe da <strong>Casa Real Portuguesa<\/strong>, que se casou com <strong>Isabel de Her\u00e9dia<\/strong>, integrante de uma tradicional fam\u00edlia portuguesa, mas sem origem em uma casa real reinante. Os filhos do casal permaneceram na linha sucess\u00f3ria portuguesa.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m s\u00e3o mencionadas mudan\u00e7as promovidas por outras casas n\u00e3o reinantes, como os <strong>Habsburgo<\/strong>, os <strong>Bourbon-Duas Sic\u00edlias<\/strong> e os <strong>Romanov<\/strong>. A entidade ressalta, por\u00e9m, que as pr\u00e1ticas dessas fam\u00edlias n\u00e3o poderiam ser automaticamente impostas \u00e0 Casa Imperial Brasileira.<\/p>\n<p>O argumento central \u00e9 que uma tradi\u00e7\u00e3o criada para assegurar a continuidade da dinastia n\u00e3o deveria ser aplicada de maneira que provocasse justamente o seu enfraquecimento ou desaparecimento.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Decis\u00e3o permanece com Dom Bertrand<\/h3>\n<p>Ao final do v\u00eddeo, o C\u00edrculo Mon\u00e1rquico afirma reconhecer integralmente a autoridade de Dom Bertrand como chefe da Casa Imperial e apresenta o estudo como uma pondera\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o como uma contesta\u00e7\u00e3o direta.<\/p>\n<p>Segundo a entidade, autorizar o casamento n\u00e3o significaria abandonar os princ\u00edpios defendidos pela Fam\u00edlia Imperial, mas encontrar uma forma de preservar sua continuidade diante da redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de poss\u00edveis sucessores.<\/p>\n<p>\u201c<em>A miss\u00e3o confiada a Dom Bertrand por seus antepassados \u00e9 uma miss\u00e3o dupla: conservar e transmitir<\/em>\u201d, afirma o v\u00eddeo.<\/p>\n<p>Em mensagem enviada ao <strong>DI\u00c1RIO<\/strong>, o presidente do C\u00edrculo Mon\u00e1rquico do Rio de Janeiro, <strong>Bruno Hellmuth<\/strong>, elogiou um recente artigo publicado por <strong>Eduardo Affonso<\/strong> em <em>O Globo<\/em>, na qual o jornalista argumenta que o Brasil jamais perdeu completamente sua voca\u00e7\u00e3o mon\u00e1rquica e compara o impasse din\u00e1stico envolvendo Dom Rafael ao c\u00e9lebre caso do rei Eduardo VIII da Gr\u00e3-Bretanha. Hellmuth, contudo, fez uma ressalva: <strong>\u201c<\/strong><em>D. Rafael de Orl\u00e9ans e Bragan\u00e7a n\u00e3o se encontra diante do dilema entre casar com quem ama e renunciar a este casamento para permanecer na linha sucess\u00f3ria ao trono. Quem deve enfrentar um dilema \u00e9 seu tio, SAIR D. Bertrand, solteiro, 85 anos. Ou ele flexibiliza a regra, que na verdade \u00e9 apenas um costume, de que um pr\u00edncipe tem que casar com princesa, ou dirige a dinastia Orl\u00e9ans e Bragan\u00e7a \u00e0 extin\u00e7\u00e3o.\u201d<\/em><\/p>\n<p>Como o Brasil \u00e9 uma Rep\u00fablica desde 1889, a controv\u00e9rsia n\u00e3o produz efeitos jur\u00eddicos perante o Estado brasileiro. A discuss\u00e3o possui car\u00e1ter hist\u00f3rico, familiar e simb\u00f3lico, al\u00e9m de consequ\u00eancias internas para o movimento mon\u00e1rquico e para a defini\u00e7\u00e3o de quem poder\u00e1 futuramente exercer a chefia do ramo de Vassouras.<\/p>\n<p>A posi\u00e7\u00e3o de Dom Bertrand, at\u00e9 o momento, permanece inalterada. Caso o casamento seja realizado sem o consentimento din\u00e1stico, Dom Rafael poder\u00e1 deixar a linha sucess\u00f3ria reconhecida pelo ramo de Vassouras, abrindo um novo cap\u00edtulo em uma disputa que acompanha os Orleans e Bragan\u00e7a h\u00e1 mais de um s\u00e9culo. Sua irm\u00e3 \u2013 caso aceite o encargo \u2013 o sucederia como princesa herdeira.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"youtube-embed\" data-video_id=\"SCLRbvnyy-8\">\n<div class=\"perfmatters-lazy-video\" data-provider=\"youtube\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/SCLRbvnyy-8\" data-id=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/SCLRbvnyy-8\" data-query=\"feature=oembed&amp;enablejsapi=1\" data-referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" onclick=\"perfmattersLazyLoadVideo(this);\">\n<div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/figure>\n<p><strong>O que \u00e9 a Casa Imperial?<\/strong><\/p>\n<p>Uma Casa Imperial, Real ou Principesca \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o din\u00e1stica existente em diversos pa\u00edses que hoje s\u00e3o rep\u00fablicas. Fran\u00e7a, Portugal, It\u00e1lia, Alemanha, \u00c1ustria e R\u00fassia, entre outros, preservam casas historicamente reinantes, respons\u00e1veis por manter suas tradi\u00e7\u00f5es, organiza\u00e7\u00e3o familiar e regras sucess\u00f3rias. A exist\u00eancia dessas institui\u00e7\u00f5es n\u00e3o significa que exer\u00e7am poder pol\u00edtico ou fun\u00e7\u00f5es de Estado, e ao mesmo tempo, numa Rep\u00fablica, n\u00e3o depende do Estado em absolutamente nada.<\/p>\n<p>No Brasil, a Casa Imperial, representada pela\u00a0<strong>ProMonarquia<\/strong>\u00a0preserva a continuidade hist\u00f3rica da fam\u00edlia que reinou entre 1822 e 1889, mantendo sua organiza\u00e7\u00e3o din\u00e1stica e sucess\u00f3ria, embora sem qualquer atribui\u00e7\u00e3o oficial na estrutura da Rep\u00fablica.<\/p>\n<div data-ad-id=\"353515\" style=\"text-align:left; margin-top:px; margin-bottom:px; margin-left:px; margin-right:px;float:none;\" class=\"afw afw_custom  afw_ad afwadid-353515  \">\n<div class=\"grupowhats\" style=\"margin: 10px 0;\">Receba not\u00edcias no WhatsApp e e-mail<br \/>\n<br \/>\n<a href=\"https:\/\/chat.whatsapp.com\/GoFichcopncHfX8xV4HArk\" target=\"blank\" class=\"tdm-inline-image-wrap\" rel=\"noopener\"><\/a><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/diariodorio.com\/circulo-monarquico-do-rio-pede-que-dom-bertrand-reveja-veto-ao-casamento-de-dom-rafael\/\">D\u00edario Regional RJ <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dom Rafael com a aristocrata italiana Margherita delle Piane O C\u00edrculo Mon\u00e1rquico do Rio de Janeiro entrou, neste domingo (19\/7), no debate sobre o futuro da linha sucess\u00f3ria da Fam\u00edlia Imperial Brasileira. 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