A estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 ganhou um ingrediente inesperado fora das quatro linhas. O árbitro escalado para comandar o confronto entre Brasil e Marrocos, no próximo sábado, é o esloveno Slavko Vinčić, de 46 anos, que já esteve envolvido em uma operação policial que investigava prostituição, tráfico de drogas e posse ilegal de armas na Bósnia e Herzegovina.
Experiente em competições de alto nível, Vinčić acumula passagens por partidas da Liga dos Campeões da UEFA e da Eurocopa. No entanto, seu nome voltou aos holofotes por causa de um episódio ocorrido em 2020, quando foi conduzido para prestar esclarecimentos após uma ação policial em uma propriedade rural no país balcânico.
Na ocasião, autoridades locais realizaram uma operação que resultou na detenção de dezenas de pessoas. Segundo informações divulgadas pelas autoridades da época, foram apreendidos cocaína, armas de fogo, medicamentos e dinheiro em espécie.
Vinčić estava no local quando a polícia realizou a abordagem e foi levado para prestar depoimento como testemunha. Após as investigações, ele foi liberado e não sofreu qualquer acusação formal. O árbitro acabou sendo inocentado pelas autoridades responsáveis pelo caso.
Versão apresentada pelo árbitro
Em entrevista concedida posteriormente à imprensa eslovena, Vinčić afirmou que estava na Bósnia e Herzegovina para uma reunião de negócios e que aceitou um convite para um almoço sem conhecer o contexto do evento.
Segundo o árbitro, a presença no local foi um erro de julgamento. Ele declarou que se arrepende da decisão de ter aceitado o convite e ressaltou que não tinha ligação com as atividades investigadas pela polícia.
Polêmicas também dentro de campo
Além do episódio extracampo, Vinčić esteve recentemente no centro de uma controvérsia esportiva na Liga dos Campeões. Durante uma partida entre Bayern de Munique e Real Madrid, o árbitro expulsou o volante francês Eduardo Camavinga nos minutos finais do confronto.



















































