
A Floresta da Tijuca deu início ao processo de recuperação de uma área destruída por um incêndio provocado pela queda de um balão. A primeira etapa do replantio ocorreu no Morro do Anhanguera e contou com a participação de cerca de 80 voluntários e brigadistas do Parque Nacional da Tijuca. A expectativa é que a regeneração da área leve pelo menos dois anos.
Ao todo, foram plantadas aproximadamente 500 mudas de 11 espécies nativas da Mata Atlântica. Segundo os organizadores da ação, a escolha priorizou árvores de crescimento rápido, capazes de acelerar a recomposição da vegetação e contribuir para a recuperação ambiental do local.
O trecho atingido pelo incêndio ainda apresenta marcas da destruição. A vegetação queimada e as áreas de solo exposto revelam os impactos do fogo, que consumiu uma área equivalente a mais de três campos de futebol. As chamas permaneceram ativas por cerca de 30 horas e mobilizaram equipes do Corpo de Bombeiros e brigadistas do parque. O incêndio foi causado pela queda de um balão, prática considerada crime ambiental pela legislação brasileira.
Além do plantio das mudas, a recuperação da área exigirá monitoramento constante nos próximos anos. Técnicos do parque acompanharão o desenvolvimento das espécies e a evolução da regeneração da mata para garantir que a vegetação volte a ocupar o espaço afetado.













































































































