A URNA FALOU… E ALGUNS VÃO TER QUE TENTAR DE NOVO

A eleição terminou, as urnas foram fechadas e, para alguns candidatos de Campos dos Goytacazes, ficou aquele famoso clima de “foi quase… ou nem tanto”.

Teve campanha nas ruas, santinho, vídeo, reunião, pedido de voto, abraço, postagem, café, caminhada e muita promessa. Só faltou um pequeno detalhe: a cadeira.

Na disputa para deputado federal, nomes conhecidos da política campista entraram em campo, mas não conseguiram transformar a votação em mandato. Alguns chegaram à casa dos milhares de votos e bateram na trave. Outros… bem, digamos que a trave ficou um pouco mais distante.

Para deputado estadual, o roteiro não foi muito diferente. Houve candidato ultrapassando a marca dos 20 mil votos e ainda assim ficando de fora. A matemática eleitoral mostrou mais uma vez que ter voto é fundamental, mas não significa automaticamente ter cadeira garantida.

E como eleição não perdoa, agora começa a temporada tradicional do pós-urna: agradecer os votos, dizer que “a caminhada continua”, reafirmar que “o projeto não termina aqui” e, claro, começar discretamente a pensar na próxima.

No fim das contas, uns comemoram a vitória, outros agradecem a votação e alguns provavelmente ainda estão olhando os números e perguntando:

“Mas não dava pra puxar mais uma vaguinha, não?”

A democracia é assim: todo mundo pode entrar na disputa, mas a Assembleia e Brasília não têm cadeira para todo mundo.

ÚLTIMAS nOTÍCIAS