
E se o Porto Maravilha fosse realmente revitalizado? Não apenas comercialmente, mas de ter uma vida nova, sem repetir o que alguns subúrbios da Zona Norte do Rio sofrem até hoje: falta de áreas dedicadas a qualidade de vida.
A Cidade do Samba será vendida, mas seria útil manter o compromisso de manter sua área central uma área de lazer verde pública.
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No Porto Maravilha, o Centro ganhou a Praça Mauá e museus, o Gamboa, Orla Conde e Armazéns Culturais, mas e o Santo Cristo, onde a maior parte dos projetos residenciais está acontecendo? Nada.
Pegar o trecho do Porto do Rio, entre a Roda Gigante e a Rodoviária Novo Rio, apartando o Porto dos navios de cruzeiro e o Porto comercial, transformando em algo parecido com Manhattan, com galerias, restaurante e áreas de lazer e esporte, seria o melhor futuro para a região e para a cidade, com novas opções turísticas.
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