Alerj aprova projeto que amplia tratamento para bebês com má formação labial





Criança com Lábio Leporino / Crédito: Reprodução Internet

Analisado em primeira discussão pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), o Projeto de Lei 5.178/25 pode viabilizar que recém-nascidos com má formação labial congênita tenham direito a tratamentos pós-cirúrgicos, em especialidades de fonoaudiologia, psicologia e ortodontia.  

A matéria altera a Lei 10.392/24 que garante ao bebê o teste diagnóstico para fissura labiopalatal nas unidades de saúde fluminenses. Caso receba emendas, o projeto sairá de pauta.

Pela nova legislação, as crianças identificadas com o problema deverão ser encaminhadas para acompanhamento e cirurgias corretivas nas unidades de referência em atendimento a fissurados.

Além disso, o período pós-operatório, deve incluir fonoaudiologia, psicologia e ortodontia, entre outras especialidades necessárias à reversão total do quadro.

A justificativa do projeto reforça que a cirurgia é crucial para corrigir a condição. Mas o tratamento completo exige uma abordagem multiespecializada voltada à recuperação da criança com fissura labiopalatal.

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