
Relatos de alunos sobre as condições do Colégio Estadual Antônio Prado Júnior, na Tijuca, têm circulado em páginas nas redes sociais. As publicações mencionam presença de ratos, problemas de infraestrutura e mudanças no acesso à unidade, localizada na Rua Mariz e Barros.
Entre as principais reclamações está o aparecimento de roedores em diferentes pontos da escola. Alunos afirmam que já foram encontrados vestígios dos animais em áreas de circulação e salas de aula, o que aumentou a preocupação com a higiene do ambiente escolar.
Veja denúncia nas redes sociais
As queixas também envolvem um muro da unidade que apresentava uma rachadura e teve a área próxima interditada. Segundo os relatos, o problema surgiu após os fortes ventos registrados no fim de julho.
Com a interdição, a entrada principal deixou de ser utilizada e o acesso dos alunos passou a ser feito por outro ponto. Nas redes sociais, estudantes também demonstram preocupação com a segurança no entorno do caminho alternativo, citando relatos de roubos e assaltos na região.
Alunos relatam presença de ratos mesmo após procedimento
Uma desratização já havia sido realizada na unidade, mas estudantes afirmam que os roedores voltaram a aparecer. Também há relatos de receio em utilizar bebedouros e consumir alimentos na escola diante das reclamações sobre as condições de higiene.
Os alunos cobram medidas para controlar a presença dos animais, reparar a estrutura afetada e restabelecer o acesso principal à escola.
Secretaria diz que muro não apresenta risco de queda
Questionada pelo DIÁRIO DO RIO, a Secretaria de Estado de Educação (Seeduc-RJ) informou que a rachadura no muro foi identificada após os fortes ventos de 29 de julho e que o local foi interditado preventivamente.
Segundo a pasta, a Defesa Civil realizou uma vistoria e constatou que não há risco de queda. A Secretaria afirmou ainda que o recurso necessário para o reparo já foi aprovado e será liberado “o quanto antes”. Apesar da interdição, a unidade segue funcionando normalmente.
Sobre a presença de roedores, o órgão declarou ao DIÁRIO DO RIO que a desratização da escola está em dia e que será feita uma nova aplicação de reforço. Afirma também que o problema estaria relacionado ao acúmulo de lixo em um terreno abandonado nas proximidades do colégio. A direção da unidade, segundo a Secretaria, já entrou em contato com os órgãos responsáveis para que sejam tomadas providências em relação ao descarte de resíduos.















































































































