O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, chegou à orla de Copacabana, na Zona Sul do Rio, na manhã deste sábado (24), ao lado de aliados para participar do ato de encerramento da campanha na cidade. Batizado de “Lulacabana” o evento reuniu milhares de apoiadores e lotou a Avenida Atlântica.
Lula chegou em um trio elétrico decorado com bandeiras do Brasil, ao lado do ex-prefeito Eduardo Paes (PSD), que disputou o governo do estado na chapa do presidente. Também estavam no trio o prefeito do Rio Eduardo Cavaliere (PSD), a deputada federal Benedita da Silva (PT), o prefeito de Niterói Rodrigo Neves (PDT), além da primeira-dama Janja Lula da Silva. O presidente abriu o discurso saudando a população carioca e fez piada com o adversário Flávio Bolsonaro (PL), ao informar aos apoiadores que o pneu do trio havia furado. “Querido povo do Rio de Janeiro! Querido povo carioca! Mulheres, homens! Eu queria dizer pra vocês que o pneu do carro furou de novo. Se fosse o meu adversário, ia de jatinho”, disse.
Durante o discurso, Lula afirmou que o Brasil não deve se tornar “quintal de ninguém” e associou a escolha eleitoral à soberania nacional. “O povo é que tem que escolher: alguém que beija a bandeira nacional ou alguém que beija a bandeira americana. É uma questão de soberania. Nós não queremos que o Brasil seja quintal de ninguém. O Brasil só tem um dono, e esse dono chama-se povo brasileiro”, discursou.
Apoiadores do presidente lotaram a orla desde o início da manhã com faixas, bandeiras, camisas personalizadas entre outros símbolos a favor da campanha. A concentração começou por volta das 9h, na altura do Posto 5, e a caminhada pela Avenida Atlântica estava prevista para as 10h.
Organizado sob o lema “Brasil Pronto pra Mais”, o evento reúne parlamentares, lideranças políticas, representantes de movimentos sociais e sindicatos, além de artistas. A expectativa dos organizadores era superar o público registrado no evento musical realizado no domingo anterior (18), que teve apresentações de Caetano Veloso, Djavan, Duda Beat e Marina Sena, também em Copacabana.
Após o ato no Rio, Lula seguirá para São Paulo, onde está prevista a última caminhada da campanha, na Avenida Paulista, a partir das 16h.
Flávio participa de ato em Belo Horizonte, MG
O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, participou neste sábado (24) de atos de campanha na véspera do segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A agenda começou em Belo Horizonte, em Minas Gerais, e termina no Rio de Janeiro, estado que o candidato representa no Senado.
A primeira mobilização aconteceu na Praça da Liberdade, na região da Savassi, capital mineira. A concentração foi marcada para as 9h, após uma motociata que reuniu apoiadores na Praça do Papa, na Região Centro-Sul da cidade, com destino ao local do ato.
Por volta das 11h40, Flávio chegou à Praça do Papa, no bairro Mangabeiras, na capital mineira. Ao lado de motociclistas e apoiadores, seguiu pela Avenida Brasil até a Praça da Liberdade, em cima de um trio elétrico. O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o governador eleito de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo (Republicanos), também participaram da mobilização.
O evento integrou o chamado Bloco do 22, série de mobilizações organizada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) na reta final da campanha. A iniciativa também passou por outras capitais, como Salvador e Fortaleza.
Depois da agenda em Belo Horizonte, Flávio seguiu para o Rio de Janeiro, onde está prevista a última mobilização da campanha. A concentração foi marcada para as 14h, na Praça do Ó, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste.
A campanha avalia encerrar o evento nas proximidades do condomínio onde mora o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), pai do candidato, também na Barra da Tijuca. Até o momento, porém, o trajeto não foi confirmado.
A escolha da Zona Oeste para o encerramento coloca a região no centro da agenda final do candidato no estado. No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Flávio terminou à frente de Lula na disputa presidencial, com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% do presidente.
No domingo (25), dia do segundo turno, Flávio vota no Rio de Janeiro e depois segue para Brasília, onde acompanhará a apuração dos votos.
















































































































