Presidentes de direita da América Latina parabenizaram neste domingo (25) Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela reeleição à Presidência do Brasil.
Entre eles estão os presidentes do Chile, José Antonio Kast, do Paraguai, Santiago Peña, e da Bolívia, Rodrigo Paz. Eles foram eleitos na chamada “onda azul”, que elegeu líderes conservadores em vários países do continente.
Outros representantes da guinada à direita, como o argentino Javier Milei e o colombiano Abelardo de la Espriella, ainda não haviam se manifestado até a última atualização desta reportagem. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que encabeça o movimento, também não havia se manifestado.
As manifestações destacaram a disposição de manter a cooperação com o Brasil em áreas como integração econômica, segurança e desenvolvimento regional, apesar das diferenças ideológicas entre os governos.
O equatoriano Daniel Noboa parabenizou Lula pela vitória e afirmou que a América Latina tem inimigos em comum e desafios compartilhados. Ele defendeu a cooperação entre os países da região e disse que há muito a ganhar com o trabalho conjunto.
O chileno Kast afirmou que conversou com Lula e o parabenizou pelo resultado da eleição. O presidente chileno disse que os dois países têm um futuro em comum e defendeu o fortalecimento das relações bilaterais, com foco na integração econômica e no combate ao crime organizado na região.
Peña, que lidera o Paraguai, também felicitou Lula e afirmou que Paraguai e Brasil compartilham uma agenda de integração e desenvolvimento. Segundo ele, os dois governos continuarão trabalhando juntos pelo bem-estar de suas populações.
O líder boliviano, Rodrigo Paz, por sua vez, parabenizou o presidente brasileiro pela vitória e destacou os laços históricos e os desafios compartilhados entre Bolívia e Brasil. O presidente boliviano afirmou que pretende manter a cooperação bilateral para fortalecer as relações entre os países e ampliar oportunidades para suas populações.
A presidente do Peru, Keiko Fujimori, também felicitou Lula e o povo brasileiro pela jornada democrática. Ela defendeu o fortalecimento da aliança estratégica entre os dois países, com ênfase na integração, na cooperação e no desenvolvimento sustentável da Amazônia compartilhada.
















































































































